*freada brusca e batida*
Tudo está bem, até que Sarah sofre um acidente de automóvel que é fatal para o seu marido e para o motorista do outro carro.
Mas a vida continua para Sarah. Bastante desiludida, praticamente perdeu interesse no filho que carrega. Tanto é que no dia anterior ao estipulado para o parto, não tinha sequer dado um nome para a criança.
Após ser deixada em casa por sua mãe, Sarah prepara-se para passar a última noite como grávida – a véspera de Natal – sozinha.
Que dramalhão, hein? Pois está errado.
A Invasora é um terror/exploitation/splatter/gore/slasher da melhor qualidade. Nos remonta a uma época em que o cinema era mais simples, quando tudo o que precisávamos para sermos felizes era um cenário simples, um psicopata e alguns galões de sangue.
A Invasora tem tudo isso e muito mais.
Os termos “parede lavada de sangue”, “cabeça explodindo”, “tesourada no saco”, “lança-chamas improvisado” e “(terrível demais para digitar)” fazem com que um sorriso brote em seu rosto?
Então A Invasora é o filme para ti.
Esses termos fazem com que tu se contorça de asco e nojo?
Então vá à merda e alugue uma comédia romântica.